
| FAÇA TURISMO DE BONDINHO EM SANTA TERESA E SINTA O ROMANTISMO EM CADA ESQUINA Santa Teresa surge com a capela do Destêrro, erguida em 1629 no morro. Foi atacada pelos franceses de Duclerc em 1710 e, em 1750, doada às irmãs devotas Jacinta e Francisca Rodrigues Aires, que nela fundaram o Convento de Santa Teresa. Ele aparece no alto, à direita. Nesse ano terminava a obra do Aqueduto da Carioca, transformado em 1896 em viaduto dos bondes. |
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Tradicional Largo das Neves, assim denominado em virtude de ali existir desde 1854 a capelinha de N. Sra. Das Neves, fundada pelo Comendador Francisco Ferreira das Neves. Pouco antes ficam o Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, a Biblioteca regional, a Casa de Benjamin Constant, etc. etc. |
Bonde passando por uma bela chácara na rua Alte. Alexandrino, próximo ao Largo dos Guimarães. O primeiro contrato de uma linha de bondes no Rio de Janeiro data de 1856. Três anos depois circulava a primeira linha, que saía da rua do Ouvidor e ia para os subúrbios. Foi extinta três anos depois. Em 1868 começava a funcionar a linha da Ferrocarril Jardim Botânico, que saía do Largo da Carioca e ia até a rua Marquês de São Vicente. Os bondes elétricos surgiriam em 1887. A primeira linha de Santa Teresa surge em 1896 e é a última ainda existente na cidade. |
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O bonde pouco antes de chegar ao Largo dos Guimarães, onde fica a bifurcação para as duas linhas existentes no bairro. Silvestre e Largo das Neves. ![]() Até 1855 existiam apenas seis ruas no bairro. Com a epidemia de febre amarela e cólera morbo, houve grande migração para o morro, pois a altura relativa e a temperatura moderada tornavam-no imune às doenças contagiosas. Muitos estrangeiros para lá se mudaram, levando sua cultura e arquitetura. Hoje, a multiplicidade de estilos torna Santa Teresa um alegre mosaico dos tempos do romantismo. |
![]() Largo dos Guimarães. Assim batizado em homenagem ao seu mais antigo proprietário, D. Joaquim Fonseca Guimarães. O prédio ao centro é a Administração Regional do bairro. À direita fica o Museu do Bonde e o acesso ao Largo das Neves. À esquerda a rota de Dois Irmãos e o Silvestre. |
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![]() O bonde subindo para o Silvestre, pela rua Almirante Alexandrino, antiga rua do Aqueduto. Depois de alguns minutos os antigos casarões são substituídos pela exuberante vegetação da mata atlântica, onde o bonde serpenteia entre imensos jequitibás, massarandubas e angelins, com grande biodiversidade. |
![]() O bonde chegando à estação do Curvelo, assim batizada por ali ter residido em suas proximidades o Barão de Curvelo, Joaquim José de Meireles Freire. Próximo existiam dois pináculos de alvenaria marcando a curva do aqueduto. Perto da estação ficam a Chácara do Céu e o Parque das Ruínas. |
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![]() O bonde do Silvestre passando pelo curioso Castelo do Valentim, construção dos anos 20 e hoje monumento tombado pelo município. O Prédio foi erguido como residência pelo arquiteto Fernando Valentim para seu pai, o Comendador português Antônio Valentim do Nascimento, sendo posteriormente acrescido em 1945 de mais dois andares. Hoje pertence aos herdeiros da família. |
Para conhecer esses e outros segredos, ligue Milton Teixeira. Tels.: (21) 527 9129 / 538 2972 579 2748(fax) / 9952 2789 (celular) E-mail: miltur@gbl.com.br Quero informações |
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