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PARATY CAMINHO DO OURO CIDADE MONUMENTO NACIONAL Situada na base da Serra da Bocaina, Paraty surgiu como povoado em 1646, onde antes existira uma aldeia de índios Goianás. Ficou independente de Angra dos Reis em 1660, ato referendado pelo Rei em 1667. Situada na rota do ouro de Minas Gerais, a vila alcançou enorme prosperidade. Isolada pela ferrovia em 1866, Paraty preservou sua harmoniosa arquitetura colonial. Igrejas e casas entrosam-se admiravelmente com a paisagem. Um conjunto único no Brasil. |
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![]() Vista tirada do cais para o Largo de Santa Rita, com a igreja de igual invocação, hoje Museu de Arte Sacra. Em anexo, o cemitério. Do outro lado, sobrados coloniais, tendo, no canto direito, o antigo mercado, ainda hoje em funcionamento. Ao fundo, o Parque Nacional da Serra da Bocaina. |
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![]() Igreja de N. Sra. Do Rosário e São Benedito. Iniciada em 1725, a pedido de Manoel e Pedro Ferreira dos Santos. A Irmandade foi constituída em 1750, e ela reedificou o templo em 1757. A torre campanário data de 1894. À frente, a pitoresca rua do Rosário. |
![]() Altar e imagem de São Benedito. Foi dourado por Manoel Francisco de Alvarenga e Souza no séc. XIX. É o mais rico da igreja, a qual era freqüentada pelos homens pretos. Existem ainda os altares dedicados à N. Sra. Do Rosário e São João, ambos igualmente da devoção dos escravos. As cores da talha, fortes, seguem antigo costume africano. |
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![]() Igreja de Santa Rita, edificada em 1722 por uma irmandade de pardos libertos sob a invocação de Menino Deus, Santa Rita e Santa Quitéria. Os brancos logo depois assumiram a obra e terminaram a construção, que serviu de Igreja Matriz. Hoje é o Museu de Arte Sacra de Paraty. |
![]() Imagens de N. Sra. Da Expectação e São José, no Museu de Arte Sacra de Paraty. O Museu, que funciona na igreja, é administrado pelo IPHAN. Guarda peças que remontam aos Primórdios da cidade, como valiosas e raras obras de imaginária luso-brasileira, quadros e demais adereços em prata e ouro. |
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![]() Igreja Matriz de N. Sra. Dos Remédios, Fundada em 1646, foi reedificada duas vezes. O templo atual foi erguido de 1787 a 1873, mas nunca foi terminado, pois passou a afundar no solo devido ao seu peso. Com a Abolição, em 1888, ficou inconcluso para sempre. |
![]() Imagem da Santa Padroeira N. Sra. Dos Remédios, no altar mór da Igreja Matriz. A devoção dos pescadores pela Santa que conduz a Deus sobreviveu à própria decadência da cidade e é até hoje motivo para bonitas comemorações, dentre as quais a do Divino Espírito Santo, em maio, quando participa toda a cidade. |
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![]() Igreja de N. Sra. Das Dores. Erguida em 1800 pelo Padre Antônio Xavier da Silva Braga e algumas devotas, dentre elas, D. Geralda Maria da Silva. Era a capela da sociedade paratiense. Foi reformada em 1901, quando ganhou o muro que a protege das altas marés. |
![]() Altar de N. Sra. Das Dores. Há mais outros dois, dedicados à N. Sra. Da Piedade e Senhor Bom Jesus, mantidos por uma irmandade feminina, fundada em 1901. Quero informações |
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