
| CONHEÇA A MAIS MARAVILHOSA IGREJA COLONIAL DO BRASIL AO SOM DOS CÂNTIGOS GREGORIANOS, RECEBENDO AS EXPLICAÇÕES DO PROFESSOR MILTON TEIXEIRA. Vista geral da nave com a talha barrôca iniciada em 1694 por Frei Domingos da Conceição e terminada no séc. XIX. |
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Magnífica imagem em talha barrôca policromada de Nossa Senhora de Montserrat, padroeira da ordem, e que se encontra no trono do altar-mór do templo. Ladeiam-na duas outras, de São Bento de Núrsia e Santa Escolástica. São atribuídas a Simão da Cunha e José da Conceição e Silva, os quais também se atribuem as outras imagens de São Bernardo, São Caetano, N. Sra. Do Pilar (lado esquerdo), São Braz, Santa Gertrudes, São Lourenço e Nossa Senhora da Conceição (lado direito), existentes nos altares laterais do templo. Há muitas outras menores, anônimas. |
Detalhe da capela-mor, com talha dourada rococó de Mestre Inácio Ferreira Pinto (1789 / 94), vendo-se o enorme anjo tocheiro talhado por Mestre José da Conceição e Silva. Mestre Inácio soube preservar as pinturas do século XVII feitas por Frei Ricardo do Pilar versando sobre a vida de santos beneditinos. No banco, um monge medita ao som da mantrânica música gregoriana. Quero informações |
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![]() Fachada, projetada no estilo maneirista em 1617 pelo engenheiro Francisco de Frias da Mesquita, erguida entre 1633 e 1670 por Frei Bernardo de São Bento. A obra de cantaria só foi concluída em 1755, quando foi ultimado o claustro. |
![]() Nave-mór durante a Missa Gregoriana. Terminada a obra interna de arquitetura em 1691, três anos depois foi iniciada a talha por Frei Domingos da Conceição. Em 1717 Alexandre Machado Pereira continuou a obra, baseada em modelo deixado por Frei Domingos. Entre 1789 e 1794 foi refeita a capela-mór em estilo rococó por Mestre Inácio Ferreira Pinto. Em 1800 tudo estava concluído. |
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![]() Grande imagem barrôca na entrada da igreja do Mosteiro de São Bento, talhada no final do séc. XVIII, atribuída a José da Conceição e Silva. Segundo o crítico de arte Germain Bazin, não se trata de uma santa, mas sim de alegoria da Vida Lenitiva, ou seja; a vida dentro da religião. É considerada pelo mesmo crítico como sendo a melhor imagem sacra existente em igrejas no Rio de Janeiro. Foram entalhadores na nave: Frei Domingos da Conceição(séc. XVII); Alexandre Machado Pereira (séc. XVIII) e Mestre Inácio Ferreira Pinto (séc. XVIII/XIX). Foram santeiros: Simão da Cunha e José da Conceição. |
Capela do Santíssimo, construída e decorada entre 1795 e 1800 por Mestre Inácio Ferreira Pinto, onde antes existia o velho altar de São Cristóvão. ![]() Magnífica talha dourada rococó, onde Mestre Inácio quis representar na madeira a chama divina. Possui detalhes miúdos com temas sacros emblemáticos versando sobre a fé e a pureza da religião. É dotada de bela grade em talha rococó - não visível aqui. Ao centro, coluna torsa usada como porta-bíblias, remanescente da antiga talha do altar-mór do séc. XVII, talhado por Frei Domingos da Conceição. |
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