
| NO TEMPO ESPERA POR VOCÊ, LOGO ALÍ, NO CENTRO. MORRO DA CONCEIÇÃO
& ARREDORES Em 1634, o casal Miguel Carvalho e esposa ergueram uma capela dedicada à N. Sra. Da Conceição em terras que possuíam no morro. O nome pegou. Em 1655, Da. Maria Dantas, viúva de Miguel, doou a capela à Ordem do Carmo, que não a quis. Foi em 1699 doada aos capuchinhos franceses, que construíram um hospício ao lado para repouso de missionários. Expulsos do Brasil em 1701 por motivos políticos. Foi depois de 1702 Palácio Episcopal. |
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Largo de São Francisco da Prainha, integralmente preservado com seus casarões como era no início do séc. XX. Abrigou, no séc. XIX, a temida fôrca onde eram supliciados os criminosos comuns. Foram aí executados os patriotas da Revolução Pernambucana de 1824. Hoje é um local de paz. |
Detalhe de um antigo cortiço, na rua Senador Pompeu. A diversidade da arquitetura eclética vernacular, aliás, presente em todo o morro e arredores, proporciona um encanto único ao local, tornando-o semelhante à velha Alfama lisboeta. É, sem dúvidas a única colina histórica da cidade que conseguiu manter sua ambiência antiga |
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![]() Igreja de Santa Rita de Cássia, erguida entre 1702/19 pelo casal de portugueses Manuel Nascentes Pinto e Da. Antônia Maria, devotos da Santa dos impossíveis. O templo atual foi iniciado em 1720 pelo Bispo Frei Francisco de São Jerônimo. Doada à Mitra depois de longa batalha judicial, foi ereta paróquia em 1751. |
![]() Conduzindo turistas na rua do Jogo da Bola, que possui este nome devido ao esporte aí praticado no séc. XVIII, antepassado de nosso boliche. O casario, de porta e janela, tipicamente lusitano, é em grande parte do séc. XIX. Ao fundo, parte da fachada da segunda capela da Conceição, fundada em 1894. |
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![]() Antigo Palácio Episcopal, hoje sede da 5a. Divisão de Levantamento do Serviço Geográfico do Exército. Foi ocupado pelo cabido de 1702 a 1912, sendo vendido ao Exército em 1923. Tombado em 1938 e restaurado entre 1943/49. Vê-se na cobertura, a projeção da antiga capela da Conceição, hoje biblioteca. |
![]() Capela de São Francisco da Prainha, no adro de S. Francisco. Erguida em 1696, foi arrasada em 1710 pelas tropas do invasor francês René Duguay Trouin. Reconstruída em 1738 e reformada em 1910. Está situada em pitoresco sítio no morro, próximo à Praça. Mauá, outrora defronte ao mar, hoje dele afastada devido aos aterros na região. |
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![]() Fortaleza da Conceição, erguida entre 1713/19 pelo engenheiro francês Jean Masset. Objetivava impedir futuros ataques inimigos à cidade. Nunca funcionou como tal. Foi depois de 1769 fábrica de armas e presídio político, sendo alí recolhidos alguns conjurados mineiros de 1789 e cariocas de 1794. |
![]() Casa de Armas da Fortaleza da Conceição, erguida em 1765 por ordem do Vice-Rei Conde da Cunha. Em seus subterrâneos estiveram presos de 1789 a 92 os conjurados poeta Thomaz Antônio Gonzaga, José Alves Maciel e Domingos Vidal. Depois abrigou o poeta Manuel Inácio da Silva Alvarenga e o filósofo Mariano José Pereira da Fonseca. |
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![]() Coluna monumental erguida em 1853 no antigo Largo Municipal, no Valongo, em homenagem ao desembarque naquele local, em 1843, da Imperatriz Da. Teresa Cristina Maria, esposa de D. Pedro II. Foi projeto do arquiteto Bethencourt da Silva, tendo o entorno sido remodelado na ocasião pelo arquiteto Grandjean de Montigny. Hoje, cercada de modernos prédios, sobrevive como testemunho de uma época. |
Para conhecer o Morro da Conceição e seus segredos, ligue Milton Teixeira: (21) 527-9129 / (21) 538-2972 / (21) 579-2748(fax) / (21) 9952-2789 (celular). E-mail: miltur@gbl.com.br UM RIO DE JANEIRO QUE PAROU Quero informações |
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