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ILHA FISCAL E ITAMARATY O FIM DO IMPÉRIO E O COMEÇO DA REPÚBLICA EM DOIS LINDOS PALACETES, EXPLICADO PELO PROFESSOR MILTON TEIXEIRA |
![]() Projetado pelo Engenheiro Dell Vecchio e inaugurado em 1889, o Palacete da Ilha Fiscal era para ser um simples quartel da Alfândega, mas o destino o transformou no palco do último Baile do Império, realizado a 9 de novembro de 1889 |
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![]() Salão de Baile do Palácio do Itamaraty. Construído pelo 1º Barão de Itamaraty entre 1849 e 53, inaugurado em 1855 por seu filho, o Conde de Itamaraty, foi projetado em estilo Neoclássico pelo arquiteto José Maria Jacinto Rebelo. |
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![]() Salão de Honra. Aqui eram realizadas as mais importantes cerimônias do Ministério das Relações Exteriores. Nele foram empossados os Presidentes Prudente de Morais (1894) e Juscelino Kubitschek (1955). Os espelhos ainda remostam a 1855. Os móveis foram da época do Barão do Rio Branco (1906). |
![]() Sala amarela, servia ao Introdutor Diplomático. Os móveis são em grande parte luso-brasileiros e do século XVIII, em jacarandá, pau cetim e marfim. Os quadros homenageiam D. João VI, seu filho D. Miguel I e neto D. Pedro II. |
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![]() Sala Rio Branco, em homenagem à José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco (1845-1912), que nela viveu, trabalhou e morreu. Foi Ministro desde 1903, tendo resolvido com muita habilidade durante sua gestão grandes questões diplomáticas para o Brasil. A sala foi gabinete ministerial até 1970. |
![]() Sala dos Índios, com mesa elástica de jacarandá executada por Laubitsch e Hirst em 1928. Centro de mesa em estilo Império, feito por Pierre Thomire. Papel de parede alemão moderno com motivos inspirados nas gravuras de Rugendas. |
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![]() Brasão do Império em pedra gnaiss no torreão do palacete. Por pouco, não foi destruído logo após a Proclamação da República. Rui Barbosa atendeu às súplicas de Dell Vecchio, que informou ser o artista um velho ex-escravo cego. |
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